domingo, 18 de janeiro de 2026

Ultima Carta de Amor - last letter and love


"Eu quero que entre alguém na minha vida para bagunçar, somente se for para ficar"

"Conteúdo autoral baseado em uma linha de pensamento particular. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial deste conteúdo sem autorização prévia por escrito de Laise Leite."

"Sinta-se à vontade para compartilhar suas opiniões nos comentários. Este espaço é uma expressão da minha subjetividade e não tem a pretensão de interferir na sua verdade individual ou crenças pessoais."



sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

O Manifesto da Alma

"Andei sem um destino certo; só quis acreditar em um sonho irreal que veio nas noites tranquilas. A minha alma visitou lugares extraordinários e, ao despertar, envolvi-me em saudade pela ausência que sentia, por não ter absorvido o suficiente.

Mas fui fisgada novamente por esse anseio e me entreguei nas madrugadas, visitando o desconhecido e envolvendo-me com sua magia. Abri portas, destravei universos e, a cada passo, uma descoberta emocionante. Andei pelo café e me deparei com uma parede de livros que me remetia ao conforto, conectava-me a mundos, a pessoas, ao sobrenatural. A parede de livros não era apenas um enfeite: eram portas para serem destravadas.

Ao despertar, há saudade; mas, ao abrir meus olhos, o desejo vem à tona: o de desbravar onde minha alma vagou e encontrar-me novamente com o que preciso tocar."

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sábado, 3 de janeiro de 2026

Antes de morrer!

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

O Círculo se Fecha - 19

 Rael passou a beber constantemente, tentando esquecer um passado que o perseguia. Lear teve um acidente de carro e ainda se recuperava, após dirigir embriagado — mais uma consequência de seu descontrole. Os dois evitavam estar no mesmo lugar, pois a presença um do outro era sempre uma situação conflituosa.

Mas, no fundo, eles superariam.

A carta deixada por Antonella era relida como o coro de uma canção. Passavam-se horas, dias, meses e, aos poucos, as lembranças do caos iam se apagando, e as vidas seguiam seu ciclo.

As garrafas vazias eram apenas lembranças. E a planta de violeta floria — a última vontade de Antonella havia sido cumprida.

Naquela primavera, um brinde. Um brinde a você, Antonella, que amou sem medidas cada segundo.

Um brinde a você, Antonella, de seu querido irmão.

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Epílogo: O Último Ato de Paz - 18

 Antonella viveu seus dias no Mosteiro de Realenza cumprindo missões diárias. Abandonou todo o seu passado, não deixou rastros, vivendo uma vida tranquila e humilde. Ela resistiu à doença por mais um ano e meio.

Mas foi na primavera do ano seguinte que ela se entregou. Seu irmão foi avisado de sua morte precoce. O desejo de Antonella era ser enterrada no alto do monte, à sombra de uma árvore. Tudo estava pronto, e foi feito conforme ela pediu.

A Missão do Irmão: Após o enterro, o irmão, ainda desolado, retornou à cidade com os documentos dela. Depois de sair do cartório, uma chuva começou a cair. Pegou um táxi e foi ao escritório do Doutor Eduardo (o advogado). Entregou os papéis, chorou, desabafou, e retornou à casa dos tios. Agora, ele era um rapaz que precisava caminhar solo.

O Desejo Final: O Doutor Eduardo, sem saber por onde começar, cumpriu o último desejo de Antonella: devolveu todos os bens e valores deixados para a família Sartori. Antonella não queria nada.

Enquanto isso, Lear havia se tornado pai recentemente; todos da família curtiam esse momento. Rael expandia seus negócios. A vida seguia sua fachada.

A Verdade para Rael: Na missa de um mês de morte de Antonella, o irmão e o Doutor Eduardo estavam na igreja. Foi então que avistaram um homem rezando, e era Rael. Ele se aproximou. Eduardo se retirou, deixando Rael com o irmão.

Alguns dias depois, o Doutor Eduardo recebeu a ligação do advogado da família Sartori, pedindo explicações sobre o valor depositado. Eduardo informou que o valor não pertencia ao escritório; era um desejo da sua cliente, já que o irmão não era o seu herdeiro.

Rael chegou ao escritório naquele momento. Entrou na sala e a curiosidade era palpável. Foi direto ao assunto: "Como ela está? Antonella? Ela agora está bem?"

Eduardo respondeu: "Ela está segura, Rael. Longe de tudo que a sufocava. Sinto muito que ela não desfrutou tanto como desejava."

"Como assim, Eduardo? Por que ela morreu! Ontem fez um mês."

Rael se levantou, desnorteado, questionando: "Me fala a verdade! Onde ela está? Isso é uma espécie de brincadeira dela?"

"Não, Rael. Você acredita que eu brincaria com isto? Que tipo de pessoa eu seria?"

A Revelação para Lear: O telefone do Eduardo tocou; era Lear, questionando o depósito. Eduardo pediu que Lear olhasse o e-mail e aceitasse sem questionamentos. Não demorou para Lear ir atrás de Eduardo.

"Eu resolvi seguir minha vida, e depois de tanto tempo ela volta para tirar minha paz! Já dei o divórcio, o que ela quer? Chamar atenção?"

Eduardo o encarou: "Sua atenção, Lear? Você quer me fazer rir? Peça a Antonella para lhe deixar em paz!"

"Mas ela já deixou faz um tempo. Não se preocupe. Ela só devolveu o que lhe pertencia. Agora saia!"

O e-mail não lido e uma resposta incompleta. Lear só foi ler o e-mail no dia Cinco de Maio, a data da morte do seu primeiro filho com Antonella. Lá, ela fez um único pedido:

"Não deixe a violeta morrer. Ela floresceu quando meu bebê morreu."

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